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Dicas práticas: fotografando com o celular

Amanhã é dia das crianças e a máxima o melhor presente é estar presente nunca foi tão verdadeiro. Por isso, registrar estes momentos eu acredito que sejam essenciais e não existe a necessidade de termos uma câmera fotográfica profissional disponível o tempo. Na verdade a maioria do tempo não teremos a câmera, o que teremos? O celular. Então use e abuse dele e faça ótimas fotos.

Com o celular agora o tempo todo em mãos, os pais podem, e devem usá-lo como aliado. Recebi algumas dicas de duas fotógrafas maravilhosas, a Thalita Castanha (@fotografa_thalitacastanha) e a Grazi Ventura (@graziventura), ambas fotógrafas de família e que possuem o estúdio em São Paulo. Pude ver as palestras das duas em feiras e congressos de fotografia e posso dizer, elas ahazam! <3 Mas voltemos às dicas…

Dica 1: Tenha sempre uma câmera por perto – e isso vale para o celular (essa dica é da Grazi)

Foto da Grazi Ventura tirada com o celular, linda né!?

Cuidados de beleza: radiofrequência

Estes dias atrás li uma citação da Cecília Sfalsin que dizia assim “Espero que os seus dias difíceis passem logo, e você consiga de alguma maneira se cuidar como antes, se amar como antes, se merecer como antes, quando você sabia exatamente quem você era, e a força que você tinha. Espero de coração que as coisas se ajeitem em sua vida, e você volte a acreditar mais em você, sem depender de farelos afetivos de ninguém para ser feliz. Eu espero mesmo, que essa volta por cima que você tanto espera que aconteça, te revele o grande valor que você tem, e o quanto Deus tem cuidado de você também.”

Meu relato: sobre a amamentação

Não posso dizer que esse é um post tranquilo, uma conversa fácil. Passamos a pouco da SMAM – Semana Mundial de Amamentação, e estamos no mês de agosto – o mês da amamentação – e eu sempre sonhei em amamentar o meu filho. Se consegui? Por um tempo. Um tempo bem menor do que eu queria, não talvez do jeito que eu queria. Não tive a tão sonhada: amamentação exclusiva. Acredito que este seja um dos nossos “problemas” sonhamos e nos depositamos uma carga de energia que PRECISA SER DE TAL JEITO e se não conseguirmos, nos frustramos.

Como combater a rinite dos pequenos, e dos grandinhos também

Aqui em casa a coisa tá feia. A danada da rinite pegou todo mundo, e mãe alérgica, pai alérgico, a fruta não caiu longe do pé. E para melhorar a mamãe esquilo aqui está com sinusite, ou seja, cinco dias de antibiótico para mim… e aí o que eu estou fazendo? Pesquisando formas de amenizar as alergias, sejam elas pequenas doses diárias de organização de casa, ou ainda com homeopatia e vitaminas, alimentação (essa parte eu já estou fazendo – mas terei que reforçar).

Descobri que os bons hábitos da vovó de manter a casa aberta e arejada ajudam e muuuuito a diminuir as alergias! Sem querer vivemos em uma era claustrofóbica. Que por medo de pegar alguma coisa, doença, alergia, nos trancamos em casa, e trancamos a casa.

Menino autista cria vídeo-história sobre as emoções

João estuda em uma escola que é completamente inclusiva. Na festa junina duas lindas meninas que tem suas diferenças dançaram lindamente a quadrilha. Uma em sua cadeira de rodas rodopiou lindamente o salão, e a outra abraçada à sua monitora se concentrava para não errar os passos. Não teve uma pessoa naquele ginásio que não aplaudiu e chorou olhando o esforço das meninas. Foi lindo. É lindo, sempre! Sem falar no menino mais lindo dançando, do seu jeitinho repetitivo, todo orgulhoso. Ele tem autismo, em um dos graus mais severos. E dançou, lindamente!

Conheci a história do Projeto De Criança para Criança e fiquei apenas encantada. Veja este vídeo desenhado, narrado e produzido inteirinho, por um menino com TEA – transtorno de espectro autista, depois conversamos. PS: tente não se emocionar.

Olhares digitais: como aproveitar melhor o que a internet pode oferecer

Quando vejo o João com 2 anos saber mexer no celular, tablet e outros gadgets com uma desenvoltura de dar inveja eu penso, nossa como ele é inteligente. Mas aí eu lembro, ele nasceu na era dos olhares digitais e vê a todos os instantes, todos ao seu redor, mexendo nos aparelhinhos com os dedinhos, e ele com toda a certeza não seria nada diferente – teria a desenvoltura e inteligência nativa.

E aí vem a pergunta: quem aí já não mordeu a língua e deixou a Peppa Pig, a Galinha Pintadinha ou qualquer outro desenho no celular nestas mãozinhas pequenas e achou, honestamente, a melhor babá eletrônica naquele momento de sufoco no mercado ou ainda restaurante – toca aqui amiga, estamos juntas! Ou colocou no joguinho pois sabia que a única coisa que você queria era comer em paz no seu restaurante preferido e não queria garfo no chão, macarronada na roupa e palpitação? Eu te entendo, COMPLETAMENTE!

A FRUSTRAÇÃO DE TENTARMOS SER TODAS IGUAIS

Como combinado uma vez por mês a vai Brunna Macarini Guareschi escrever para a gente as suas visões, devaneios e experiências sobre a maternidade. A Brunna é antes de tudo mãe da Martina, graduada em Direito e com formação em Coaching pelo Instituto Brasileiro de Coaching e Estudiosa da Neurociência. E seguidamente troco algumas figurinhas com a Brunna sobre fazer coaching, para antes de tudo, conhecer a mim, minhas amarras, mas isso é história para um próximo post.

Com vocês… a coluna da Brunna:

Trombofilia na gestação: orientações para conseguir a enoxaparina pelo SUS

Quando o resultado da trombofilia chega naquele envelope e eles não são muito animadores a primeira coisa que vem na nossa cabeça é, as injeções de enoxaparina são caríssimas, não conseguirei fazer o tratamento e assim ter o meu bebê nos braços. A resposta é muita calma nesta hora, em muitos Estados o governo dá a medicação de graça pelo SUS, como já contei em neste post aqui na época em que eu descobri a trombofilia era uma burocracia gigantesca, e eu não estava em condições emocionais de enfrentar isto tudo, porém agora as leis mudaram.

Inclusive o Município de São Paulo aprovou em primeira discussão, o projeto de lei 320/2015, que torna obrigatório pelo SUS exame e tratamento de trombofilia em mulheres. A autoria é da vereadora Patrícia Bezerra (PSDB), que soube dos riscos desse problema por meio da experiência de uma amiga. “Ela tinha abortos recorrentes e então descobriu o problema. Eu nunca tinha ouvido falar. Quando fui atrás, me assustei com a incidência e gravidade da situação”, conta.

Chegou a hora de viajar a trabalho sem os filhos, e agora?

Escrevo este texto sentada na sala de embarque do aeroporto da minha cidade. Serão apenas três dias. O destino? mais uma cidade linda do interior deste Brasil varonil. O motivo? Meu trabalho que amo. Lembro ainda como se fosse ontem a primeira vez que por motivos profissionais tive que ficar longe do meu pequeno. A ideia era ficar três dias, eu e meu marido conseguimos ficar um dia e meio. Eu cumpri a minha tarefa, nos olhamos, e os dois juntos dissemos: “Vamos voltar?” E assim foi. O coração apertou demais, de saudade e de culpa, porque não dizer também.

João tinha na época apenas cinco meses. Ele dormia a noite toda, mamava a fórmula a noite. Não tinha cólicas, estava com a introdução alimentar organizada e ficaria com meus pais… e os dindos ajudariam. Plano perfeito, né? Não… para o coração de uma mãe com sentimento de culpa. Na volta foi maravilhoso pensar que estávamos voltando para ele. Um verdadeiro alívio, posso dizer.

Meu menino, meu amuleto do Atelier Andrea Pronotti, quando a saudade aperta, dou um aperto e um beijo neste menino. E me sinto perto.

Pensando nas mães publicitárias, agência cria vagas permanentes de meio período

A AMV BBDO, de Londres, anunciou a criaçao de vagas permanentes de meio período. A iniciativa é uma forma de atrair profissionais que querem voltar ao mercado de trabalho – em especial as mulheres que pararam de trabalhar para se dedicar à maternidade. A agência, que tem entre seus clientes marcas como Pepsi, Mars e Guinness, está no momento buscando interessadas para 8 a 10 vagas de meio período no departamento criativo. A intençao é que o programa seja expandido para outros departamentos num futuro próximo.