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É preciso intimidade para nos sentirmos à vontade com os filhos

Quando li essa frase: é preciso intimidade para nos sentirmos a vontade com nossos filhos pensei: verdade. Vi esse texto no blog do pediatra Daniel Becker, e ele não pode ser mais perfeito. Sabe, por muito tempo me sentia angustiada em ficar apenas eu e João em casa. Sozinhos. Me sentia insegura, incapaz. E se acontecesse algo com ele e eu não pudesse o ajudar. Mas o tempo é sábio. E a intimidade também.

 

 

“O oposto da sensação de intimidade é a de insegurança, o medo que sentimos quando não conhecemos bem aquela figurinha que nos chama de pai ou mãe – e vice versa.”

 

 

“Infância não é fase de construir currículo” , afirma o pediatra Daniel Becker

A infância é um dos momentos mais especiais, e únicos, que os nossos filhos tem. Precisamos realmente torna-los mini-executivos com 5 anos de idade? Muito do que penso está nesta entrevista de um dos pediatras que eu mais respeito neste Brasil. Daniel Becker, ele tem uma página no facebook o Pediatria Integral. Maravilhosa!

Daniel Becker, pediatra e pesquisador do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro, concedeu uma singular entrevista à Revista Exame, precisamente à repórter Camila Almeida, falando sobre as agendas a cada dia mais preenchidas das crianças de hoje, reflexo da preocupação de seus pais com a competitividade dos nossos dias ou mesmo reflexo da própria competitividade dos pais.

O entrevistado é um dos criadores programa Saúde da Família e alerta: uma das possíveis consequências desse comportamento dos pais é gerar filhos competitivos e individualistas.

 

Meu relato: sobre a amamentação

Não posso dizer que esse é um post tranquilo, uma conversa fácil. Passamos a pouco da SMAM – Semana Mundial de Amamentação, e estamos no mês de agosto – o mês da amamentação – e eu sempre sonhei em amamentar o meu filho. Se consegui? Por um tempo. Um tempo bem menor do que eu queria, não talvez do jeito que eu queria. Não tive a tão sonhada: amamentação exclusiva. Acredito que este seja um dos nossos “problemas” sonhamos e nos depositamos uma carga de energia que PRECISA SER DE TAL JEITO e se não conseguirmos, nos frustramos.

Quando dois sons de coração fazem sentido

Como o tempo é sábio né? Quando descobri a minha gestação foi um choque, afinal o João não estava em nossos planos naquele momento. Ainda lembro quando escutei pela primeira vez o som do coração dele. Ontem, passei o dia das mães só agradecendo pela sapiência do tempo e do destino, pois por mais clichê que seja, não sei como é a vida sem o nosso João. Com vocês um pouco da minha história da gestação.

A tecnologia a favor do acolhimento materno

Só quem é mãe, e está nesse mundo materno maluco, sabe o quanto a gente fica atormentada quando um filho nasce. O bebê chorou! O que será agora? Será que é fome, será que está com a fralda limpa? Os serás são muitos, as dúvidas nem se fala. Será que estou fazendo certo? Por mais que o bebê seja um relógio e mame, na melhor das hipóteses de três em três horas, os três primeiros meses são no mínimo complicados, e a ajuda da mãe, da irmã, da avó, da sogra, da melhor amiga neste período é mais do que bem vinda. 

Sobre essa tal maternidade real

Ando bem sumida aqui, eu sei. E olhando os posts do blog, faz mais de um mês que não escrevo aqui, na verdade faz quase 2 meses. Nem que seja apenas para dar um oizinho. Prometo que isso não vai mais acontecer. Muita coisa aconteceu. Muita, muita, muita… e vou dividir com vocês. Mas primeiro um Feliz Ano Novo para todos, 2016 foi um ano de muitos aprendizados. Foi um ano em que comecei o blog, e que descobri uma nova habilidade em mim que não conhecia, estar na frente das câmeras e escrever aqui para vocês a minha maternidade real. E me expor também.

Quando eu me propus em escrever lá no início do blog era para falar sobre a minha maternagem. Sobre a minha maternidade real. E assim vem sendo, e assim será. Se me exponho fazendo isso? Sim. Muito! Pois só de você engravidar você já está com um telhado de vidro sob a cabeça gigantesco e olhos, mas principalmente com línguas e muitos palpites. E o post de hoje pode ser um pouco polêmico, ou ainda desabafo ou com uma visão de “oh, mas parece que tudo é tão perfeito” mas desculpa, e não é, e nunca será.

A democracia da maternidade

Com o maternar e muita reflexão a gente vai percebendo certas coisas, que antes eram óbvias, mas que só na dia a dia “de ser mãe” elas se tornam plenas e beeemmmm reais, até surreais. Uma delas é que na maternidade, seja na gestação, pós-parto ou criação todas as mulheres acabam sendo iguais, não importando a classe social, instrução escolar, crenças e/ou qualquer outra classificação.

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Renascer através de outros olhos

O dia que renasci através de outros olhos! Já na primeira consulta uma pergunta que sempre vem à mente das futuras mamães é: qual a data prevista de parto? E no meu caso a data prevista seria dia 8 de janeiro de 2015. Ainda bem que a data é apenas prevista, pois o João Henrique resolveu nascer um mês antes. Eu fiquei cerca de um mês de repouso, meu colo do útero estava começando a ficar amolecido. Na última consulta antes do João Henrique nascer a médica havia dado uma semana de prazo, seria dia 12...

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Mãezinha por toda a vida, por Fabrício Carpinejar

Valorize a sua mãe. Será a única a visitá-lo no presídio, mais ninguém. A sua mulher, os seus filhos, o seu pai e os seus irmãos podem e não podem comparecer na sala de espera, depende do jeito como viveu e amou, depende do que fez antes.

Já a mãe dispensa pré-requisitos. Não exige condicional nenhuma: ela irá visitá-lo com certeza, será a primeira da fila, a última a sair, não importa o que aconteça, se tem razão ou está absolutamente errado, se cometeu o pior dos crimes ou o menor dos males, se é um monstro ou um tolo, se foi preso pelo colarinho branco ou por mão grande.

Mãe não julga. Não sai de perto. Não escolhe o lado. Mãe será a única que jamais o abandonará. Estará defendendo-o quando perder o crédito com o banco e a credibilidade com os advogados, estará preparando a sua comida predileta e levando numa marmita qualquer que seja o inferno.

Quero a paz que floreia a casa toda

Quando li esse texto no facebook senti um bem tão grande. Uma paz, aquela que - como diz o texto - floreia a casa toda. Não há regra para a paz e uma casa feliz. Mas é preciso ter calma e amor. "Não adianta ter comida fresca e orgânica todos os dias, se no tempero vai stress. Brinquedo de madeira, BLW, parto natural, desmame natural, homeschooling, waldorf, açúcar nem pensar! Fralda de pano, disciplina positiva, criação com apego, colo, colo, colo, tanto colo até doer, que dói as costas e a escolha que não sabe se...

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