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“Você é muito mais incrível que imagina”

Por Luana Scholles

Faz um tempo já que, eu Verônica, estou em um processo de autoconhecimento. Na verdade é um pouco mais que isso. É de resiginificação de mim. Re-significar a Verônica profissional, mãe, mulher, amiga. Entender o por que determinadas ações me deixam muito irritada, ou feliz. Entender quando eu, sem querer, perco a paciência com o João. Entender quando acontece o auto-boicote. Assumir responsabilidade pelo meu timão. Meu barco. Parece que é uma coisa tão óbvia, né? Mas não é. E foi numa dessas jornadas que conheci a Luana. A Lu é coaching, mas não é qualquer coaching, ela é daquelas que no salão de beleza te inspira e tu passa hooooras conversando. Foi aí que a convidei para escrever aqui no blog uma vez por mês. E ela topou.

“Conecte-se com o que importa”

As imagens falam por si. A campanha, “Conecte-se com o que importa”, lançada pelo Projeto Dedica (Defesa dos Direitos das Crianças e Adolescentes), capitaneado pela Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas, em Curitiba em maio de 2016 fala sobre um assunto muito sério de uma forma muito lúdica. Hoje nossas crianças estão cada vez mais querendo chamar a nossa atenção, e porquê? Pra quem estamos dando atenção?

 

Desculpe a sinceridade, mas eu tenho saudade

Eu não sei você, mas eu tenho saudade, e por um tempo isso me consumiu e me culpou. Mas passou. Eu tenho saudade de ser quem eu era antes de ser mãe, você não? Estes dias conversando com as minhas amigas de uma vida toda e que estão também neste turbilhão que se chama maternar, percebemos que temos saudade de ser quem éramos antes. Foi unânime os maridos dizerem que as vezes eles tinham saudade da gente antes de ser mãe, mas que não trocam por nada essa nova mulher. Amores, nós também temos saudade. Saudade nosso...

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Nenhuma de nós sobreviveria a um Big Brother materno

Na semana passada rodou uma foto de uma mãe em um aeroporto. E com ela muitas e muitas e muitas mães teceram suas opiniões. E aí eu li este artigo da Rita Lisauskas, no Estadão, e caiu como uma luva: “Nenhuma de nós sobreviveria a um Big Brother materno”. Convido, vocês a lerem o artigo, vale a reflexão.

Snapchat

A foto polêmica foi tirada por uma outra pessoa em seu Snapchat, e tudo começou.

Uma carta ao meu marido nesta fase estranha da vida

Ter um filho muda tudo! E muda também a relação entre o casal, marido e mulher não são apenas marido e mulher, agora eles precisam ser pai e mãe. Mas também não podem esquecer de ser casal, ser marido e mulher, serem namorados. A frase que diz: “Nada será igual a antes. Inclusive o casal”, é a mais pura verdade, não significa que isso seja ruim, mas é diferente. Li essa carta da autoria Katie Parrish e é bem assim, estranho, diferente, desafiador, silencioso muitas vezes, mas não com menos amor.

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Criança precisa de rotina

Hoje conversando com algumas amigas que estão grávidas e outras que tiveram seus bebês a super pouco tempo, elas me questionaram como era a rotina do João Henrique desde quando ele nasceu. Se ela havia mudado, como eu fazia e se eu era rigorosa com relação à isso. Respondi para elas mais ou menos como eram seus horários, rituais, se trocava a fralda ou não durante a madrugada e por aí foi a conversa. Quando não mais que “do nada” me deparo com essa publicação da página Dr. Freud, que fala exatamente o que penso sobre este tema. Muitos adultos precisam de rotina, imagina as crianças! Rotina é essencial.

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Confira o texto da psicóloga Gilsemeire Campos

Cinco comportamentos que pais devem adotar para acabar com o machismo

 Começamos a semana com uma linda reflexão. O texto de hoje é da Carolina Vicentin, ela é mãe, especialista em bioética e escreve na coluna "Licença Maternidade" no site Metrópole. Que foi lá que descobri este texto. Este relato é um retrato dos comportamentos, que muitas vezes se tem, e que ainda se acha super normal. E não é! O grotesco caso da moça carioca estuprada por 33 homens popularizou uma expressão até então restrita a círculos feministas: cultura do estupro. Grosso modo, o termo se refere à naturalização da violência contra a mulher no dia-a-dia...

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Minimalismo – ou a falta dele – na chegada de um bebê

Oi, meninas! Esse post é um texto que escrevi no meu blog Minimallista, mas achamos que caía bem postar ele por aqui também. Principalmente pra quem é mãe de primeira viagem, as inseguranças do que é realmente necessário para um bebê acontecem bastante, não é verdade? Espero que gostem :) A movimentação – e a ansiedade – aqui em casa anda grande devido aos ajustes finais para a chegada do Valentin. Ter um bebê demanda tempo, dinheiro e muitas mudanças acontecem antes mesmo dele nascer, isso é certo. Hoje, por exemplo, enquanto escrevo esse texto, o pessoal da...

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Uma coleção de “ontens” especiais

O post de hoje é um pouco diferente, porém, volta e meia ele aparecerá aqui no blog. Sempre que eu me emocionar com um texto e acreditar que outras mães irão se identificar, irei compartilhá-lo aqui. Este “texto-obrigada” é da Evelyn Mancini! A Evelyn é assessora de imprensa, ela era minha colega de trabalho em uma agência em São Paulo. Lembro quando ela estava grávida da Luiza, e saiu de licença maternidade, ela tinha certeza que voltaria ao trabalho em pouco tempo. Tempos depois eu sai da agência, voltei para o Rio Grande do Sul e graças ao Facebook vi que a Evelyn deixou o trabalho para cuidar da pequena Luiza, e ter certeza que foi a melhor decisão que já havia tomado na sua vida. Foi quando então me deparei com este texto lindo e pedi autorização para publicar ele aqui para vocês.

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Evelyn e a pequena Luiza! <3