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No Dia do Médico, é importante falar sobre confiança

Essa semana foi dia do médico e a escolha destes profissionais que nos acompanham é um ato de amor. João era um menino que quando chegava no consultório do Dr. Sérgio chorava, brigava, chegava até a vomitar. O kit boas-vindas já estava pronto: balde, pano, e produtos de limpeza para o João. Mas com o tempo, e paciência o “Tio Sérgio” foi conquistando o pequeno, e hoje ele adora ir lá, e até brinca de médico em casa e diz que é o Tio Sérgio.

Amor, carinho e dedicação ao cuidar de cada paciente, acompanhando seu desenvolvimento e oferecendo todo o suporte necessário para uma jornada saudável. Estas são algumas características da medicina humanizada, que leva em consideração uma relação mais próxima entre médico, paciente e familiares, na qual se estabelece um relacionamento de cumplicidade. Bom para o paciente e ótimo para o profissional, já que podem refletir, juntos, sobre a importância de decisões bem pensadas com relação à saúde.

Existem alguns fatores facilitam a aproximação médico-paciente, principalmente, quando o assunto são crianças e adolescentes. “Durante a consulta, o profissional deve procurar responder todas as questões que a família traz ao consultório, mesmo que não sejam questionamentos médicos. Muitas vezes, as dúvidas trazidas estão relacionadas ao dia a dia, e, às vezes, angustiam muito mais”, afirma o Dr. Hany Simon Junior, pediatra, em parceria com a Johnson & Johnson*.

Segundo o especialista, durante a consulta é importante que o profissional fale com clareza, sem eufemismos, mesmo quando o quadro clínico não é favorável. “O especialista pode dizer que não há nenhum diagnóstico firmado, mas sempre expor os fatos com clareza e honestidade”, completa.

Esta postura faz parte da relação de confiança que está sendo construída, e está relacionada à ideia de que o cuidado médico vai muito além da medicalização. Afinal, cuidar é mais do que aliviar. “É possível resolver muitas questões no consultório que não necessitam de prescrição médica. O médico precisa cuidar de uma forma global”, comenta.

Desafios na consulta dos pequenos

Ao longo do crescimento de uma criança, as idas ao pediatra começam a ficar mais tumultuadas. Principalmente nos primeiros anos, há um estranhamento no contato com o médico, que não faz parte do ciclo familiar infantil. Para que o desconforto seja minimizado, a postura do profissional é fundamental. “Entre 9 meses de idade e 2,5 anos, este comportamento é normal e desejável, pois mostra que a criança está interagindo e estranhando quem não faz parte do ambiente dela. O profissional espera que o pequeno paciente resista ao contato, estranhando e chorando”, comenta o pediatra.

Neste momento, os pais podem até ficar constrangidos, mas o profissional precisa explicar para a família que isso faz parte do exame clínico, e que o médico também está avaliando a atitude da criança como forma de avaliar o seu desenvolvimento neurológico e afetivo.

Obrigada à todos os Tios Sérgios que cuidam dos pequenos com amor, afinco e confiança!

Beijos, com carinho!

Verô!

*Com informações da assessoria de imprensa da Johnson & Johnson do Brasil Indústria e Comércio de Produtos para Saúde Ltda.

Verônica Muccini

Verônica Muccini é jornalista, mas brinca que tem a alma de Relações Públicas, porém foi na maternidade que descobriu o seu maior desafio. Divide as suas angústias, conquistas e trapalhadas com o pequeno João Henrique aqui no Depois da Chegada.

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