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“Conecte-se com o que importa”

As imagens falam por si. A campanha, “Conecte-se com o que importa”, lançada pelo Projeto Dedica (Defesa dos Direitos das Crianças e Adolescentes), capitaneado pela Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas, em Curitiba em maio de 2016 fala sobre um assunto muito sério de uma forma muito lúdica. Hoje nossas crianças estão cada vez mais querendo chamar a nossa atenção, e porquê? Pra quem estamos dando atenção?

 

Meu relato: sobre a amamentação

Não posso dizer que esse é um post tranquilo, uma conversa fácil. Passamos a pouco da SMAM – Semana Mundial de Amamentação, e estamos no mês de agosto – o mês da amamentação – e eu sempre sonhei em amamentar o meu filho. Se consegui? Por um tempo. Um tempo bem menor do que eu queria, não talvez do jeito que eu queria. Não tive a tão sonhada: amamentação exclusiva. Acredito que este seja um dos nossos “problemas” sonhamos e nos depositamos uma carga de energia que PRECISA SER DE TAL JEITO e se não conseguirmos, nos frustramos.

A FRUSTRAÇÃO DE TENTARMOS SER TODAS IGUAIS

Como combinado uma vez por mês a vai Brunna Macarini Guareschi escrever para a gente as suas visões, devaneios e experiências sobre a maternidade. A Brunna é antes de tudo mãe da Martina, graduada em Direito e com formação em Coaching pelo Instituto Brasileiro de Coaching e Estudiosa da Neurociência. E seguidamente troco algumas figurinhas com a Brunna sobre fazer coaching, para antes de tudo, conhecer a mim, minhas amarras, mas isso é história para um próximo post.

Com vocês… a coluna da Brunna:

Chegou a hora de viajar a trabalho sem os filhos, e agora?

Escrevo este texto sentada na sala de embarque do aeroporto da minha cidade. Serão apenas três dias. O destino? mais uma cidade linda do interior deste Brasil varonil. O motivo? Meu trabalho que amo. Lembro ainda como se fosse ontem a primeira vez que por motivos profissionais tive que ficar longe do meu pequeno. A ideia era ficar três dias, eu e meu marido conseguimos ficar um dia e meio. Eu cumpri a minha tarefa, nos olhamos, e os dois juntos dissemos: “Vamos voltar?” E assim foi. O coração apertou demais, de saudade e de culpa, porque não dizer também.

João tinha na época apenas cinco meses. Ele dormia a noite toda, mamava a fórmula a noite. Não tinha cólicas, estava com a introdução alimentar organizada e ficaria com meus pais… e os dindos ajudariam. Plano perfeito, né? Não… para o coração de uma mãe com sentimento de culpa. Na volta foi maravilhoso pensar que estávamos voltando para ele. Um verdadeiro alívio, posso dizer.

Meu menino, meu amuleto do Atelier Andrea Pronotti, quando a saudade aperta, dou um aperto e um beijo neste menino. E me sinto perto.

Nasce uma mãe, nasce o amor também?

Olá pessoal, tudo bem por aí?

O post de hoje é muito especial, e tem uma novidade, a partir de agora a Brunna Guareschi, que é antes de tudo mãe da Martina, graduada em Direito, com formação em Coaching pelo Instituto Brasileiro de Coaching e estudiosa da Neurociência será nossa colunista. E vai tratar muitos e muitos assuntos… e o primeiro deles é sobre ser mãe. Quando o bebê nasce, nasce com ele – obrigatoriamente – o amor? A Brunna conversa sobre isso.

Casa segura, como preparar uma!

Aqui em casa o momento mais trash da criança descobridora de portas, aberturas e tooooooooodos os buracos já passou. Mas isso não significa que ele não reinvente a roda e consiga sempre achar um significado novo quando o assunto é segurança em casa. Vou contar uma historinha aqui só para vocês terem noção do nível que estamos. Eu havia decidido tirar o João da escolinha por conta das várias mudanças de temperatura e o ano passado, até o início de fevereiro ele permaneceu em casa, e com isso de tarde eu tinha ajuda de uma babá para que eu pudesse trabalhar e ele brincar. Em um momento de distração, meu e da babá, o João entrou no meu quarto e trancou a porta com a chave dentro, ou seja, só ele tinha acesso para conseguir se soltar.

Foi aí que lembrei da chave reserva que temos na cozinha, porém a ÚNICA chave reserva que não estava na cozinha era do meu quarto. Ou seja, ele estava realmente trancado lá dentro. Liguei desesperada para o meu marido vir pra casa arrombar a porta, já que o JH estava começando a ficar nervoso (não tinha passado nem 2min do acontecido). Foi quando eu ouvi e percebi que ele havia tirado do trinco a chave, peguei então a chave reserva do quarto dele e disse: “Filho, passa esta chave que você está na mão por baixo da porta. Como a mamãe vai fazer”. E assim aconteceu, João passou a chave que ele tinha na mão por baixo da porta e pegou a que mandei para ele. A minha sorte é que eu havia trancado a porta do banheiro do meu quarto (coisa que já era hábito aqui em casa, deixar as portas trancadas do banheiro para JH não entrar).

Foto do Pinterest… daquelas de inspiração de corredor, sabe? rs… para se ter em casa um dia!

Nenhuma de nós sobreviveria a um Big Brother materno

Na semana passada rodou uma foto de uma mãe em um aeroporto. E com ela muitas e muitas e muitas mães teceram suas opiniões. E aí eu li este artigo da Rita Lisauskas, no Estadão, e caiu como uma luva: “Nenhuma de nós sobreviveria a um Big Brother materno”. Convido, vocês a lerem o artigo, vale a reflexão.

Snapchat

A foto polêmica foi tirada por uma outra pessoa em seu Snapchat, e tudo começou.

A ideia do segundo filho

Estes dias estava conversando com a minha médica que fez os exames fetais do João Henrique, a Dra. Janaína, e ela me perguntou se eu e meu marido pensávamos em ter um segundo filho. João Henrique está com 1 ano e 8 meses praticamente, e sabe não penso em tê-lo como filho único, mas ao mesmo tempo me assusta a ideia de ter um segundo. Aí procurando informações sobre o segundo filho li este relato da Alê Rauter, do blog Porto Materno, e o coração bateu. Confere aí…

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O eterno aprendizado da maternidade

Sabe que a maternidade é um eterno aprendizado, apenas com tempo e muita reflexão a gente vai percebendo certas coisas, que antes eram óbvias, mas que só neste momento elas se tornam plenas e beeemmmm reais. Uma delas é que durante o maternar, seja na gestação, pós-parto ou criação – e aí inclui a vida toda – todas as mulheres acabam sendo iguais, não importando a classe social, instrução escolar, crenças e/ou qualquer outra classificação.

E quando eu falo em igual é que todas elas vão ver o seu corpo durante a gestação mudar, o peito de todas vai aumentar, os incômodos – tão comuns ao momento – serão bem democráticos, o que irá mudar será a origem dos deles (apenas), mas eles com certeza estarão lá. Todas terão muito medo, todas iremos sentir aquela ansiedade em querer segurar seu toquinho ou toquinha nos braços. Todas terão medo do parto, seja ele natural ou cesárea. Todas terão o período de adaptação depois do nascimento do bebê, o que vai mudar apenas é a intensidade, o endereço e o RG. Só.

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