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“Conecte-se com o que importa”

As imagens falam por si. A campanha, “Conecte-se com o que importa”, lançada pelo Projeto Dedica (Defesa dos Direitos das Crianças e Adolescentes), capitaneado pela Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas, em Curitiba em maio de 2016 fala sobre um assunto muito sério de uma forma muito lúdica. Hoje nossas crianças estão cada vez mais querendo chamar a nossa atenção, e porquê? Pra quem estamos dando atenção?

 

A FRUSTRAÇÃO DE TENTARMOS SER TODAS IGUAIS

Como combinado uma vez por mês a vai Brunna Macarini Guareschi escrever para a gente as suas visões, devaneios e experiências sobre a maternidade. A Brunna é antes de tudo mãe da Martina, graduada em Direito e com formação em Coaching pelo Instituto Brasileiro de Coaching e Estudiosa da Neurociência. E seguidamente troco algumas figurinhas com a Brunna sobre fazer coaching, para antes de tudo, conhecer a mim, minhas amarras, mas isso é história para um próximo post.

Com vocês… a coluna da Brunna:

Nenhuma de nós sobreviveria a um Big Brother materno

Na semana passada rodou uma foto de uma mãe em um aeroporto. E com ela muitas e muitas e muitas mães teceram suas opiniões. E aí eu li este artigo da Rita Lisauskas, no Estadão, e caiu como uma luva: “Nenhuma de nós sobreviveria a um Big Brother materno”. Convido, vocês a lerem o artigo, vale a reflexão.

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A foto polêmica foi tirada por uma outra pessoa em seu Snapchat, e tudo começou.

Uma carta ao meu marido nesta fase estranha da vida

Ter um filho muda tudo! E muda também a relação entre o casal, marido e mulher não são apenas marido e mulher, agora eles precisam ser pai e mãe. Mas também não podem esquecer de ser casal, ser marido e mulher, serem namorados. A frase que diz: “Nada será igual a antes. Inclusive o casal”, é a mais pura verdade, não significa que isso seja ruim, mas é diferente. Li essa carta da autoria Katie Parrish e é bem assim, estranho, diferente, desafiador, silencioso muitas vezes, mas não com menos amor.

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O eterno aprendizado da maternidade

Sabe que a maternidade é um eterno aprendizado, apenas com tempo e muita reflexão a gente vai percebendo certas coisas, que antes eram óbvias, mas que só neste momento elas se tornam plenas e beeemmmm reais. Uma delas é que durante o maternar, seja na gestação, pós-parto ou criação – e aí inclui a vida toda – todas as mulheres acabam sendo iguais, não importando a classe social, instrução escolar, crenças e/ou qualquer outra classificação.

E quando eu falo em igual é que todas elas vão ver o seu corpo durante a gestação mudar, o peito de todas vai aumentar, os incômodos – tão comuns ao momento – serão bem democráticos, o que irá mudar será a origem dos deles (apenas), mas eles com certeza estarão lá. Todas terão muito medo, todas iremos sentir aquela ansiedade em querer segurar seu toquinho ou toquinha nos braços. Todas terão medo do parto, seja ele natural ou cesárea. Todas terão o período de adaptação depois do nascimento do bebê, o que vai mudar apenas é a intensidade, o endereço e o RG. Só.

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Criança precisa de rotina

Hoje conversando com algumas amigas que estão grávidas e outras que tiveram seus bebês a super pouco tempo, elas me questionaram como era a rotina do João Henrique desde quando ele nasceu. Se ela havia mudado, como eu fazia e se eu era rigorosa com relação à isso. Respondi para elas mais ou menos como eram seus horários, rituais, se trocava a fralda ou não durante a madrugada e por aí foi a conversa. Quando não mais que “do nada” me deparo com essa publicação da página Dr. Freud, que fala exatamente o que penso sobre este tema. Muitos adultos precisam de rotina, imagina as crianças! Rotina é essencial.

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Confira o texto da psicóloga Gilsemeire Campos

Cinco comportamentos que pais devem adotar para acabar com o machismo

 Começamos a semana com uma linda reflexão. O texto de hoje é da Carolina Vicentin, ela é mãe, especialista em bioética e escreve na coluna "Licença Maternidade" no site Metrópole. Que foi lá que descobri este texto. Este relato é um retrato dos comportamentos, que muitas vezes se tem, e que ainda se acha super normal. E não é! O grotesco caso da moça carioca estuprada por 33 homens popularizou uma expressão até então restrita a círculos feministas: cultura do estupro. Grosso modo, o termo se refere à naturalização da violência contra a mulher no dia-a-dia...

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Uma coleção de “ontens” especiais

O post de hoje é um pouco diferente, porém, volta e meia ele aparecerá aqui no blog. Sempre que eu me emocionar com um texto e acreditar que outras mães irão se identificar, irei compartilhá-lo aqui. Este “texto-obrigada” é da Evelyn Mancini! A Evelyn é assessora de imprensa, ela era minha colega de trabalho em uma agência em São Paulo. Lembro quando ela estava grávida da Luiza, e saiu de licença maternidade, ela tinha certeza que voltaria ao trabalho em pouco tempo. Tempos depois eu sai da agência, voltei para o Rio Grande do Sul e graças ao Facebook vi que a Evelyn deixou o trabalho para cuidar da pequena Luiza, e ter certeza que foi a melhor decisão que já havia tomado na sua vida. Foi quando então me deparei com este texto lindo e pedi autorização para publicar ele aqui para vocês.

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Evelyn e a pequena Luiza! <3