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Viajando grávida!

Quando engravidei uma das minhas “preocupações” era se eu poderia viajar. Quem me conhece sabe o quanto eu e meu marido gostamos da coisa, e em todas as consultas a gente perguntava pro médico se estávamos liberados pra pegar a estrada ou um avião.

O legal foi que descobrimos a gravidez na volta de uma viagem bem louquinha, pra Flórida. Foi no final de outubro, início de novembro. Fomos em vários parques, andei de montanha russa, caminhei horrores! Lá na viagem mesmo era pra ter vindo minha menstruação, mas nada. Desconfiei, mas não achei que poderia estar mesmo, sabe? Ainda esperei uns dias pra fazer o teste, que pra nossa surpresa deu positivo!

Depois disso, fomos pra Florianópolis passar o Natal com a família. A viagem foi bem tranquila, estava com menos de 12 semanas e não tinha nada de barriga ainda, apesar de achar que tinha – quem nunca? Não senti nada de diferente, além dos enjoos, claro!

Era janeiro e já estávamos programando a viagem de Carnaval. Desde que nos casamos gostamos de viajar nessa época. Mas aí começaram as contrações (nesse post aqui eu falo mais sobre isso) e eu entrei em repouso, o que significava nada de viagens. Mas tudo bem, nem ia me sentir confortável e segura encarando uma viagem, ainda mais longa e de carro – a gente estava querendo ir a Punta Del Este.

E foi só agora, com 25 semanas, que embarquei no avião, gravidíssima! Fomos para Punta Cana, na República Dominicana com a família. Desde as 21 semanas que estava me sentindo super bem, então o médico liberou – mas já avisou que seria a última, hehe!

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Na beira da piscina em Punta Cana

Perguntei pra ele quais eram os cuidados e as recomendações foram: usar a meia de compressão durante a viagem (uso a Sigvaris) e não ficar muito tempo na mesma posição. Fiz tudo direitinho e olha, nunca tinha usado essas meias e posso dizer, elas são vida gente! Tenho bastante retenção de líquido durante viagens e elas ajudam e muito a deixar as pernas mais leves. Nunca mais viajo sem, mesmo depois da gravidez!

Outra coisa que fiz antes foi verificar junto a companhia aérea se precisava levar algum documento me liberando para a viagem. Olhei no site (fomos pela Copa) e vi que precisava somente a partir das 30 semanas, então fiquei tranquila. Na ida ninguém me perguntou nada, mas na volta, em Punta Cana me perguntaram de quantos meses eu estava. Disse que estava de 6 meses e me liberaram. Quando estávamos embarcando, outra equipe falou que eu precisava assinar um documento me responsabilizando. Foi meio chato, mas eles disseram que era uma garantia para eles. Assinei, e segui viagem. Na dúvida, acho bom pedir pro seu médico um atestado, assim você fica mais tranquila.

Uma dica é pegar um assento no corredor, assim você tem a mobilidade de levantar e ir ao banheiro a hora que bem entender. Na volta nós não lembramos disso e fiquei na janela. A minha sorte foi que era voo noturno então acabei dormindo a maior parte do voo – eu odeio ter que ficar pedindo licença pra ir ao banheiro!

E lembrem-se que grávidas têm direito a fila preferencial em muitos lugares. Por isso aproveitem! Não é bom ficar muito tempo em pé, então isso já ajuda um pouco. E água, muita água, pra se manter hidratada, viu?

Outra coisa importante, nunca esquecer de levar remédios para todas as situações possíveis, além dos de rotina. Ninguém vai querer ir atrás disso durante a viagem, né?

E vocês? Já viajaram grávidas? Como foi a experiência?

Nati Grazziotin

Nati Grazziotin sempre sonhou em ser mãe e hoje espera o primeiro filho. Ama blogs, já escreveu para o Moça Fresca e atualmente é editora do Minimallista. Aqui no Depois da Chegada vai dar seus pitacos sobre esse novo mundo da qual começou a fazer parte.

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